O Betão Celular ou o Betão Leve, diferenciam-se do betão comum, porque o inerte é substituído parcial ou totalmente por pequenas bolhas de ar, que são colocadas artificialmente na mistura ou pelos grânulos de EPS de no máximo 6 mm.
A quantidade dessas pequenas células ou grânulos, determina as características do material obtido. Essa mistura final determina valores importantíssimos, como a leveza, o isolamento, a resistência mecânica, a resistência ao fogo, a trabalhabilidade, etc.
As matérias primas: água, cimento e areia (se necessário), são misturadas no misturador e no final é adicionada a quantidade necessária de espuma ou EPS, pelo Gerador de Espuma ou pelos sacos de EPS. O produto pronto é bombeado pelo sistema de camisa e sem-fim.
Temperaturas ideais
O betão celular (ou como se diz em português do Brasil: – concreto aerado) deve ser protegido de temperaturas abaixo dos zero graus e de uma secagem rápida.
Uma temperatura de 5º C é, por norma, como o mínimo aconselhado para a aplicação e para um processo de endurecimento ideal da mistura.
Por outro lado, não deve aplicar betão celular quando a temperatura ambiente se situa acima dos 30 graus.
Não se aconselha a aplicação de betão celular quando o tempo estiver instável, haja previsão de precipitação ou a ocorrência de arrefecimento brusco da temperatura.
Manutenção da máquina e peças de desgaste
A manutenção diária da máquina após o trabalho, é a limpeza com água utilizando o “Kit de Limpeza” fornecido e a lubrificação de todos os rolamentos.
A manutenção normal é a substituição da Camisa e sem-fim.
A durabilidade dessas peças depende da forma como o utilizador “trata” a máquina.
As máquinas na construção são geralmente usadas na sua atividade diária com cuidados de limpeza que se forem dentro do que aconselham os engenheiros que idealizam cada maquina, se tornam fundamentais na duração das peças de reposição e da própria maquina.